O espetáculo atravessa a jornada de um rapaz que, após ser chamado de “Elke Maravilha” pelos colegas da escola, se recolhe no seu quarto para compreender esse apelido 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Elke Maravilha — Foto: Divulgação Um tributo à mulher que transformou a sua vida em um ato radical de liberdade. Nos 10 anos sem Elke Maravilha (1945-2016), a artista terá parte da sua história revisitada no monólogo “Quero ser Elke Maravilha”, que estreia no Teatro Candido Mendes, em Ipanema, em 14. Idealizado e encenado por Igor Castilho, que também assina texto e dramaturgia com Rodrigo Murat, o espetáculo atravessa a jornada de um rapaz que, após ser chamado de “Elke Maravilha” pelos colegas da escola, se recolhe no seu quarto para compreender esse apelido. Entre memórias, delírios e fabulações, ele recria os episódios mais emblemáticos da vida da artista, como a primeira vez em que vestiu uma roupa extravagante e quando criou a maquiagem que se tornaria sua marca registrada, e acaba descobrindo diversos paralelos com a sua própria trajetória. Nesse processo de investigação, o jovem percebe que contar a história de Elke Maravilha é também contar a sua própria história - e a de tantas outras pessoas que, assim como ele, buscam a possibilidade de existir para além da normatividade. A direção artística é de Jhoão Scarpa.
Dez anos sem Elke Maravilha: Peça recria episódios emblemáticos da vida da artista
O espetáculo atravessa a jornada de um rapaz que, após ser chamado de “Elke Maravilha” pelos colegas da escola, se recolhe no seu quarto para compreender esse apelido






