Vice-presidente JD Vance afirmou que principais operações de combate duraram apenas seis semanas, mas admitiu que 'houve lugares onde isso se intensificou' 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Moradores de Bandar Abbas, no sul do Irã, se banham nas águas do Estreito de Ormuz, com navios de carga ancorados ao fundo — Foto: Amirhossein Khorgooei/ISNA/AFP O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, afirmou nesta quinta-feira que o fluxo de petróleo pelo estreito de Ormuz havia retornado quase aos níveis anteriores à guerra com o Irã. Vance também minimizou os confrontos regulares na região, seis meses após o início das hostilidades. "Se olharem para três meses atrás, quanto petróleo e gás saíam do estreito sob as ameaças iranianas? Praticamente nada. Agora, está quase de volta ao nível em que estava antes de o conflito começar", disse Vance em uma coletiva de imprensa na Casa Branca. "Eu não chamaria isso de uma guerra. Neste momento, não há trocas de tiros ativas", disse, ao ser questionado se a guerra terminará antes das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, em novembro. Veja fotos do Estreito de Ormuz, foco de tensão entre Irã e Estados Unidos 1 de 12 Navio comercial visto da costa de Dubai em meio ao fechamento do Estreito de Ormuz — Foto: AFP 2 de 12 Estreito de Ormuz é uma região entre Irã e Omã — Foto: Reprodução/Nasa X de 12 Publicidade 12 fotos 3 de 12 Navios na costa de Dubai em meio à crise no Estreito de Ormuz — Foto: AFP 4 de 12 Imagem de satélite mostra a localização do Estreito de Ormuz — Foto: Divulgação/Nasa via AFP X de 12 Publicidade 5 de 12 Navio é visto perto da costa de Ras al-Khaimah, nos Emirados Árabes Unidos, a caminho do Estreito de Ormuz — Foto: AFP 6 de 12 Navio da Guarda Revolucionária em exercício no Estreito de Ormuz — Foto: SEPAH NEWS / AFP X de 12 Publicidade 7 de 12 Lancha se aproxima de navio no Estreito de Ormuz — Foto: Giuseppe CACACE / AFP 8 de 12 Lancha trafega pelo Estreito de Ormuz perto da costa dos Emirados Árabes Unidos — Foto: FADEL SENNA / AFP X de 12 Publicidade 9 de 12 Cargueiro tailandês foi atacado perto do Estreito de Ormuz, no último dia 11 — Foto: AFP 10 de 12 Navios petroleiros na região do Estreito de Ormuz — Foto: Giuseppe Cacace/AFP X de 12 Publicidade 11 de 12 Petroleiros seguem fundeados no Terminal de Carga de Khor Fakkan, nos Emirados Árabes Unidos, no Estrei no Ormuz — Foto: AFP 12 de 12 Navio da Marinha iraniana participa de exercícios navais na região do Estreito de Ormuz — Foto: EBRAHIM NOROOZI /JAMEJAMONLINE/ AFP PHOTO X de 12 Publicidade Passagem crucial para o comércio mundial é tema central na guerra entre países Vance disse também que as principais operações de combate duraram apenas seis semanas após o início da guerra entre Estados Unidos e Israel, em 28 de fevereiro, mas admitiu que "houve lugares onde isso se intensificou". "Quando me perguntam quando isso vai terminar, estão me fazendo uma pergunta como: quando os iranianos vão parar de atirar contra navios? Acho que a realidade é que não sei a resposta para essa pergunta. Teriam que perguntar aos iranianos", disse. Confira antes e depois da destruição em áreas do Irã 1 de 12 ANTES: Estruturas no quartel-general da Força Aeroespacial do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 2 de 12 DEPOIS: em várias estruturas no quartel-general da Força Aeroespacial do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 12 fotos 3 de 12 ANTES: base de mísseis em Garmdarreh, a leste da cidade de Karaj — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 4 de 12 DEPOIS: base de mísseis em Garmdarreh, a leste da cidade de Karaj — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 5 de 12 ANTES: guarnição de Khorramabad e ao complexo de mísseis da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 6 de 12 DEPOIS: consequências dos ataques aéreos à guarnição de Khorramabad e ao complexo de mísseis da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 7 de 12 DEPOIS: consequências dos ataques aéreos à guarnição de Khorramabad e ao complexo de mísseis da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã. — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 8 de 12 Impacto nas instalações de drones no Aeroporto de Chabahar, em Konarak — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 9 de 12 Danos também em Konarak, no Aeroporto Internacional — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 10 de 12 Base Naval de Konarak: navios destruídos e afundando, além de vários prédios alvejados — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade 11 de 12 ANTES: Sistema de radar, Base Aérea de Zahedan — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech 12 de 12 DEPOIS: Sistema de radar destruído, Base Aérea de Zahedan — Foto: Reprodução/Redes Sociais/Vantor Tech X de 12 Publicidade Registros divulgados pela empresa de monitoramento Vantor mostram a extensão dos danos em bairros de Teerã após dias de bombardeios, enquanto o número de mortos no Irã já chega a pelo menos 787. Vance insistiu que os Estados Unidos não retomariam as conversas com o Irã até que este pusesse fim aos ataques contra o transporte marítimo comercial. Os índices de aprovação de Trump estão próximos das mínimas históricas, enquanto o presidente que prometeu manter os Estados Unidos fora de novas guerras no exterior se encontra preso em um atoleiro com a república islâmica. Dezoito soldados americanos e milhares de pessoas no Irã e no Líbano morreram no conflito desde fevereiro.
Estados Unidos dizem que fluxo de petróleo em Ormuz voltou 'quase' a níveis pré-guerra
Vice-presidente JD Vance afirmou que principais operações de combate duraram apenas seis semanas, mas admitiu que 'houve lugares onde isso se intensificou'






