Antes de entrar na corrida presidencial de 2026, o psiquiatra e escritor Augusto Cury (Avante) construiu uma trajetória pública marcada mais pela autoajuda do que pela política partidária.

Há, porém, uma exceção: em 2009, ele se aproximou de Marina Silva, num movimento que o colocou dentro do projeto presidencial da então senadora pelo Partido Verde.

Marina havia acabado de deixar o PT após quase três décadas de militância e se preparava para disputar a Presidência em 2010 pelo PV.

Marina se dizia leitora fiel de Cury, que se tornou um de seus conselheiros, segundo reportagem da Folha na época.

Marina, recém-saída do Ministério do Ambiente após uma série de crises com Lula, havia inclusive o convidado para se filiar ao PV. Cury aceitou e disse que pretendia colaborar na elaboração do programa de governo, especialmente na área de educação.