Candidato do Avante expôs sua insatisfação com as ausências do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL) 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Augusto Cury fez uma live no pátio da Band — Foto: Reprodução Candidato à Presidência pelo Avante, Augusto Cury afirma não se identificar nem com a direita nem com a esquerda e busca se apresentar como um nome de centro. Em discursos e entrevistas, o escritor tem feito da crítica à polarização uma das principais mensagens de sua campanha e argumenta que problemas como violência, educação e desemprego não têm “cor ideológica”. Essa posição foi defendida no debate organizado pela TV Bandeirantes, ao lado de Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão). Depois de ameaçar não participar do encontro, Cury demonstrou insatisfação com as ausências do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL). Romeu Zema (Novo) também não compareceu. — O Brasil está dramaticamente doente, polarizado, radicalizado. Venderam uma ideia mentirosa que estamos em dois barcos. Estamos em um barco só, nem de direita, nem de esquerda. O barco se chama família brasileira, mais de 200 milhões de brasileiros — disse o escritor. Em entrevista recente, Cury se declarou de centro. Ao Valor, definiu-se como alguém de “mente de direita e coração social” e afirmou que não representa “aquele centro em cima do muro, mas que constrói o muro”. Seu slogan de campanha é “Centrado no que importa”. Durante sabatina promovida por O GLOBO, CBN e Valor, o candidato voltou ao tema ao argumentar que os principais problemas do país ultrapassam as divisões políticas. — Mais de 90% das dores não têm cor ideológica. Quando uma mulher é morta, essa dor não é de direita ou esquerda. Pessoas com autismo não são de direita ou esquerda. Quando o professor perdeu a autoridade e é refém dos alunos, não é dor de direita ou esquerda — afirmou. Cury resumiu sua posição política com outra frase recorrente: “Minha mente é capitalista, com todos os pressupostos do capitalismo: meritocracia, Estado enxuto, empreendedorismo, liberdade de expressão, preservação da família, mas meu coração é social”. — Eu posso ter valores da direita, dentro do centro, e também valores sociais. [...] Existem contradições. Liberdade de expressão é cara para a esquerda. Você fala: “A esquerda quer controlar as mídias”. Não. Tem muitos setores da esquerda que valorizam a liberdade de expressão — afirmou o escritor.
Augusto Cury é de direita ou de esquerda?
Candidato do Avante expôs sua insatisfação com as ausências do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de Flávio Bolsonaro (PL)













