Candidato do Avante afirmou que, caso eleito, teria somente oito ministérios e governaria com o apoio de 'técnicos' 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Augusto Cury com Milton Jung, Malu Gaspar, Maria Cristina Fernandes e Lauro Jardim na sabatina O Globo/CBN e Valor — Foto: Ana Branco / Agência O Globo O psiquiatra e candidato à Presidência Augusto Cury (Avante) disse que abriria diálogo com o Centrão ao classificar o grupo como defensor do "equilíbrio" e afirmou que, por conta disso, o país nunca se "radicalizou para ser a Venezuela". Em sabatina do GLOBO, CBN e Valor, o presidenciável disse que não se vê como uma ameaça "para a esquerda nem a direita". Com qual candidato ao governo do Rio você mais se identifica? Faça o teste do GLOBO e descubraCom qual candidato a presidente você mais se identifica? Faça o teste do GLOBO e descubra — Você pode condenar o centrão, mas o centrão é favorável ao equilíbrio, por isso nunca radicalizamos para ser Venezuela. Vou conversar e propor um pacto nacional para governar o país de forma inteligente, sem partidarismo — disse. — Eu não sou ameaça para a direita nem para a esquerda. Os dois já falaram que gostam de mim. Eu não sou ameaça para ninguém. Alguém de fora, como eu, vai chamar os líderes, e muitos têm ego enorme para fazer pacto para governar o país. Uma vez presidente, disse Cury, o governo teria apenas oito ministérios. Ele apostaria num modelo de fortalecimento de secretarias executivas na estrutura de cada pasta. Faria ainda um "pacto nacional" e chamaria “os melhores”. Além de técnicos, disse que simpatiza com políticos como o também presidenciável Ronaldo Caiado (PSD), que poderia ser um “xerife” na segurança, e o governador gaúcho Eduardo Leite (PSD). Em relação a Pablo Marçal, que declarou gostar do escritor, Cury alegou que, “apesar da amizade”, nunca pensou em chamá-lo para compor o eventual governo. Na área de segurança, prometeu integrar as forças policiais do país e criar uma nova corporação focada em trabalho preventivo, chamada “Foco”, que contaria com 5% da força de trabalho dos municípios brasileiros. A ideia é ter 400 mil profissionais. — Pior do que o crime organizado é o Estado desorganizado. Precisamos encorpar, treinar e valorizar a Polícia Federal — disse ainda o presidenciável. — Temos que integrar todas as polícias. Ter reconhecimento facial, material genético, um sistema de informações para que todas as polícias possam estar de fato integradas e dar respostas muito mais rápidas.
Augusto Cury defende diálogo com o Centrão por 'equilíbrio': 'Por isso nunca radicalizamos para ser a Venezuela'
Candidato do Avante afirmou que, caso eleito, teria somente oito ministérios e governaria com o apoio de 'técnicos'














