Candidato do Missão afirmou que, se eleito, será necessário conversar com os EUA e minimizou as ações do governo atual para reestabelecer a relação com o governo norte-americano. 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Renan Santos, candidato à presidência pelo Missão — Foto: Ana Branco/Agência O Globo O candidato à Presidência da República pelo Missão, Renan Santos, disse hoje que a China é um parceiro comercial melhor para o Brasil do que os Estados Unidos. Ele criticou o presidente norte-americano, Donald Trump, pela tarifa adicional de 25% imposta sobre os produtos brasileiros. Leia mais "Hoje em dia, a China, no curto prazo, é um parceiro melhor do que os Estados Unidos, é mais fácil lidar com o chinês do que com o norte-americano", disse durante entrevista coletiva à imprensa internacional. Santos defendeu que é preciso uma "reconstrução da política global". Ele afirmou que, se eleito, será necessário conversar com os EUA e minimizou as ações do governo atual para reestabelecer a relação com o governo norte-americano. "É só essa conversa infantil com os Estados Unidos, que se diminuíram globalmente e que tratam parceiros históricos como o Brasil de uma maneira humilhante", disse. Para Santos, o Brasil precisa adotar o que chamou de "política externa soberanista", citando dois temais centrais: a criação de políticas para terras raras e o uso de energia renovável para data centers. O presidenciável disse ainda que, se eleito, vai sentar com as principais nações do mundo para negociar essas "riquezas e vantagens" que o Brasil tem e que a política externa americana para com o Brasil vai depender da forma como ambos os países reagem a esses dois temas centrais. "A política externa americana para com o Brasil vai depender da forma como os Estados Unidos e o Brasil vão reagir a esses temas, e não baseado em o Trump ficar ameaçando tarifar a gente, porque quando ele faz isso ele está jogando a gente para o Bloco Chinês, para o Bloco Russo", explicou.
Renan Santos vê China como melhor parceiro comercial do Brasil do que EUA
Candidato do Missão afirmou que, se eleito, será necessário conversar com os EUA e minimizou as ações do governo atual para reestabelecer a relação com o governo norte-americano.






