Dados fracos de atividade se somam às pesquisas eleitorais, derrubam juros futuros e ampliam aposta de ciclo mais longo de flexibilização 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Sede do Banco Central do Brasil — Foto: Raphael Ribeiro/BCB O processo de desaquecimento da economia brasileira nos últimos meses — reforçado pelo Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre e por alguns dados iniciais de julho — deu espaço para o mercado alimentar a expectativa por um ciclo de flexibilização monetária mais longo pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). Se antes o cenário de consenso era o de uma última redução de 0,25 ponto percentual neste mês, com a taxa a 13,75%, agora os investidores começam a tatear novos cortes e já precificam ao menos mais um, em novembro.
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Euforia toma conta da bolsa, mas mercado ainda não precifica eleição 50/50
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