Marca desenvolve ferramenta para acelerar processos, reduzir custos e ampliar o tempo criativo das equipes 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 A Reserva inova na produção com o uso de IA para otimizar processos internos — Foto: Divulgação Desde a abertura da primeira loja, em 2006, no coração de Ipanema, a Reserva conquistou o país com o estilo despojado e uma visão apurada para o mercado. Duas décadas depois, a grife entra em uma nova fase, usando a tecnologia para tornar processos cada vez mais eficientes. Assim nasce o AiHub, criado para potencializar diferentes segmentos da companhia. A novidade promete devolver aos funcionários um bem cada vez mais valioso nos dias de hoje: tempo para pensar e se relacionar. “Em vez de enxergar a Inteligência Artificial como substituta dos seres humanos, queremos usá-la para apoiar tarefas mais operacionais, sem que isso signifique uma redução de postos de trabalho”, garante André Storari, gerente de produção executiva. A ideia é permitir que os profissionais possam dedicar mais energia a atividades que demandam experiência, julgamento e capacidade de relacionamento — atributos que nenhuma máquina é capaz de suprir. — Na área criativa, a IA pode dar suporte em etapas mais repetitivas. Isso libera o time para se concentrar em conceitos, narrativas e soluções que dependem essencialmente do olhar das pessoas — exemplifica Storari. A mudança já tem impactos significativos. Processos que antes poderiam levar quase cinco diárias, agora já podem ser realizados em apenas uma — o que representa uma diminuição de 80% no esforço de produção. Isso inclui desde sessões fotográficas ao desenvolvimento de imagens e vídeos. Além disso, uma iniciativa batizada de Finance Flow também está sendo elaborada para a organização e o acompanhamento financeiro. — Estamos desenvolvendo medidas para integrar essas ferramentas a diferentes momentos da operação — adianta Storari, ressaltando o seu uso dentro dos núcleos de moda, publicidade, e-commerce e audiovisual. O lançamento está alinhado a uma visão mais ampla da Reserva sobre inovação: usar dados para melhorar as condições de trabalho e dar mais autonomia, preservando o protagonismo das pessoas. Esse movimento faz parte de uma preparação para os próximos cinco anos. — De forma geral, tentamos unir três pilares: criatividade, eficiência operacional e tecnologia. Queremos resolver problemas reais e abrir possibilidades para as equipes e para o negócio — conclui Storari. Depois de vinte anos construindo uma marca baseada em proximidade e conexão, a Reserva sabe que é impossível ignorar os avanços digitais — inclusive como uma forma de proteger capacidades humanas que não podem ser automatizadas.