Alta de 0,5% tem retração do consumo das famílias e é puxado por setores não cíclicos, alta pontual do agronegócio e indústria extrativa 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Alessandra Ribeiro: “Esperávamos alta no consumo das famílias, mas vimos resultados bem mais fracos” — Foto: Rogerio Vieira/Valor Mesmo com alta levemente acima do esperado, o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) do país no segundo trimestre revela intensa desaceleração na sua composição. Num contexto de alto endividamento e juros ainda elevados, a atividade, do lado da oferta, foi puxada por setores não cíclicos, ou seja, menos sensíveis à política monetária, como agropecuária e indústria extrativa. Do lado da demanda, o consumo das famílias recuou, os investimentos desaceleraram e o setor externo subtraiu PIB, com contribuição positiva maior da alta de estoques e um pouco menor do consumo do governo.
Mais recente
Próxima
Distrito Federal aciona STF contra gatilhos que reduzem FCDF
Suas buscas no Google agora podem ter mais Valor. Ponha o jornal entre suas fontes preferidas.










