Deputado federal e presidente nacional do PSDB aparece bem colocado nas pesquisas, mas lidera em rejeição 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Aécio Neves critica gestão de Zema em propaganda eleitoral do PSDB em MG — Foto: Reprodução/Redes sociais O deputado federal Aécio Neves (PSDB) registrou nesta terça-feira sua candidatura ao Senado por Minas Gerais na chapa do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), após o PDT abrir mão da vaga na semana passada. Ex-governador do estado entra na disputa com a campanha já em curso, substituindo Marcelo Heringer (PDT) e Gustavo Galassi (PSDB), antes postulantes ao Senado. A candidatura dá continuidade a uma sequência de 20 anos de disputas eleitorais consecutivas, que resultaram em dois mandatos consecutivos à frente do estado (2003-2010) e uma postulação à presidência em 2014, quando foi derrotado pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Na última rodada da Quaest em que ele foi testado como candidato ao Senado, divulgada no final de julho, ele contabilizou 16% das intenções de voto, numericamente atrás somente da ex-prefeita de Contagem Marília Campos (PT), que registrou 18%. O deputado, no entanto, liderou em rejeição ao ser comparado com todos os outros candidatos, com 52% dos entrevistados dizendo que o conhecem, mas não votariam nele. O deputado chegou a ser denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), no âmbito da Operação Lava Jato, por suposto recebimento de propina das empreiteiras Odebrecht e Andrade Gutierrez. O caso foi arquivado em 2022 por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF). Até a semana passada, o deputado vinha sinalizando que não disputaria a eleição neste ano e que priorizaria a reestruturação do PSDB nos estados e no Congresso Nacional, onde a bancada tem desidratado nos últimos anos. Aécio, no entanto, decidiu concorrer em função da renúncia de Marcelo Heringer, irmão do presidente do diretório estadual pedetista, Mário Heringer. A decisão foi comunicada por meio de uma nota publicada pela federação PSDB/Cidadania. O texto também dizia que o bloco partidário vinha recebendo manifestações de correligionários que pediam para Aécio "rever sua decisão e aceitar disputar novamente uma cadeira no Senado pelo estado". Em seguida, o empresário e engenheiro tucano Gustavo Galassi também decidiu abrir mão da candidatura. Uma brecha na legislação permitiu que a postulação dele fosse oficializada mesmo após o término do prazo fixado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para o registro da candidatura. A lei eleitoral permite e autoriza partidos e coligações a substituírem candidatos que renunciam até 20 dias antes da eleição. A desistência de Marcelo foi comunicada ao Tribunal Regional Eleitoral de Minas (TRE-MG) na semana passada e foi homologada, permitindo a substituição dele por Aécio. O deputado anunciou que seria candidato durante um evento em Belo Horizonte na última sexta-feira (28). Na mesma data, o partido veiculou sua primeira inserção na propaganda eleitoral gratuita apenas com o número da sigla, mas sem o nome do candidato ao Senado. A postulação de Aécio só foi registrada no TSE na tarde de hoje.
Aécio Neves registra candidatura ao Senado em Minas após renúncias de nomes na chapa de Kalil
Deputado federal e presidente nacional do PSDB aparece bem colocado nas pesquisas, mas lidera em rejeição













