0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O ministro do STF André Mendonça e Andrei Rodrigues, Diretor-Geral da Polícia Federal — Foto: Luiz Silveira/STF e Brenno Carvalho / Agência O Globo A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça de pedir à Polícia Federal a identificação de um interlocutores que trocaram mensagens com Daniel Vorcaro causou revolta e indignação no diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Ao solicitar à PF que identificasse o receptor de uma mensagem que pedia intervenção junto a Andrei e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, para travar investigações sobre o Banco Master, Mendonça recebeu a informação de que a conversa foi realizada com o ministro Alexandre de Moraes. A interlocutores, o chefe da PF afirmou que o ministro André Mendonça agiu sem ter sido provocado pela PGR e pela polícia para identificar o receptor das mensagens de Vorcaro. Andrei Rodrigues, em reservado, acusa Mendonça de atuar de maneira ilegal, cometendo abuso de autoridade e desvio de finalidade. A crítica central é que Mendonça assumiu a função de investigador, o que não compete ao juiz. Além disso, o diretor-geral da PF se vê como um dos focos da investigação, a partir do momento em que o ministro Mendonça pediu para identificar a mensagem citada. A interlocutores, Andrei Rodrigues afirma que o resultado das investigações e a prisão de Vorcaro falam por si, demonstrando que não teria havido vazamentos sobre a operação Compliance Zero, que mira as fraudes do Banco Master.
Diretor da PF fica revoltado com Mendonça e diz a interlocutores que vê abuso de autoridade em investigação de Vorcaro
Diretor da PF fica revoltado com Mendonça e diz a interlocutores que vê abuso de autoridade em investigação de Vorcaro









