Influenciadores apoiam campanha propositiva e de pacificação
Inicialmente tratada como piada por analistas, a campanha do escritor Augusto Cury parece ter atendido a uma demanda reprimida: o desejo de pacificar a discussão política no país. Ele ocupa o terceiro lugar isolado, com 11% de intenções segundo a pesquisa BTG/Nexus.
Após o debate presidencial na Band, no domingo retrasado (23), o psiquiatra e autor foi quem mais ampliou sua base de seguidores. E o volume de buscas por seu nome aumentou 900% durante a semana, segundo levantamento da Vox Radar citado pela CNN Brasil.
O colunista do PlatôBR Diego Amorim associou o crescimento à atuação do influenciador Pablo Marçal. Se mantiver o ritmo, o avanço de Cury deve atrapalhar sobretudo Renan Santos, candidato da Missão/MBL, e Flávio Bolsonaro, do PL.
Cury disputa com Renan eleitores que estão insatisfeitos com a polarização. Mas enquanto o rival fala em guerra, prisão, morte, banho de sangue e bomba atômica, Cury se apresenta como nome que fará uma campanha limpa, sem incentivar o ódio.













