Pentágono afirma que Operação Southern Spear desarticulou redes de narcotráfico; ação militar contra embarcações suspeitas já matou dezenas de pessoas desde setembro de 2025 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Pentágono tem como alvo redes de tráfico de drogas e 'narcoterroristas perigosos' por meio da Operação Southern Spear — Foto: Reprodução | Departamento de Guerra dos EUA O Pentágono divulgou imagens de embarcações suspeitas de transportar drogas e reafirmou que os Estados Unidos pretendem perseguir e matar traficantes que, segundo o governo americano, representem uma ameaça à população do país. As fotografias mostram barcos monitorados pelas Forças Armadas em mar aberto e foram registradas em 27 e 29 de outubro e em 4 de dezembro de 2025, publicou o New York Post. A porta-voz do Pentágono, Kingsley Wilson, afirmou à Fox News Digital que a mensagem aos grupos de narcotráfico permanece a mesma desde o início da campanha militar. — Se trafica drogas ilícitas mortais e ameaça o povo americano, nós o caçaremos, encontraremos e mataremos você — declarou. Segundo Wilson, a Operação Southern Spear vem desarticulando redes de tráfico e obrigando criminosos a modificar seus métodos de atuação. Ela também afirmou que a operação retirou de circulação "narcoterroristas perigosos" e representa o uso de "todos os meios legais disponíveis" para proteger os Estados Unidos. O Pentágono também afirmou à Fox News que a operação realizou 67 ataques, incluindo o primeiro ataque em 2 de setembro de 2025. Imagem não classificada do Pentágono mostra uma embarcação suspeita de contrabando de drogas transportando aparentes narcóticos no mar em 27 de outubro de 2025 — Foto: Reprodução | Departamento de Guerra dos EUA Um dos episódios mais recentes ocorreu em 25 de agosto, quando quatro pessoas apontadas pelas autoridades americanas como traficantes de drogas foram mortas em um ataque contra uma lancha no Caribe. De acordo com o Comando Sul dos EUA (Southcom), informações de inteligência haviam confirmado o envolvimento da embarcação com o narcotráfico. O ataque foi conduzido pela Força-Tarefa Conjunta do Hemisfério Ocidental, sob comando do general Francis L. Donovan. — Vamos caçar, desarticular e derrotar essas redes de narcoterroristas — afirmou Donovan, segundo o Southcom. Desde o primeiro ataque, em setembro de 2025, o governo de Donald Trump passou a realizar ataques contra embarcações que considera ligadas a cartéis e ao transporte de drogas no Atlântico e no Pacífico. Trump classifica o confronto como um "conflito armado" contra os cartéis latino-americanos e defende que as operações são necessárias para impedir que drogas cheguem às comunidades americanas e provoquem mortes por overdose. Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro 1 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro— Foto: Reprodução 2 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro— Foto: Reprodução X de 20 Publicidade 20 fotos 3 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro — Foto: Reprodução 4 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro — Foto: Reprodução X de 20 Publicidade 5 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro — Foto: Reprodução 6 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro— Foto: Reprodução X de 20 Publicidade 7 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro— Foto: Reprodução 8 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro — Foto: Reprodução X de 20 Publicidade 9 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro— Foto: Reprodução 10 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro — Foto: Reprodução X de 20 Publicidade 11 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro— Foto: Reprodução 12 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiroto: Reprodução X de 20 Publicidade 13 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro— Foto: Reprodução 14 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro — Foto: Reprodução X de 20 Publicidade 15 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro— Foto: Reprodução 16 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro— Foto: Reprodução X de 20 Publicidade 17 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro— Foto: Reprodução 18 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro — Foto: Reprodução X de 20 Publicidade 19 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro — Foto: Reprodução 20 de 20 Fotos mostram destruição na base militar de La Carlota e no Forte Tiuna, em Caracas, após ataques dos EUA em 3 de janeiro — Foto: Reprodução X de 20 Publicidade A campanha militar também vem sendo acompanhada de negociações para ampliar a atuação dos EUA em território de países latino-americanos. O secretário de Guerra, Pete Hegseth, afirmou em agosto durante uma visita ao Panamá que Colômbia, Guatemala e Honduras haviam concordado em permitir operações conjuntas dos Estados Unidos contra grupos criminosos dentro de seus territórios. A Guatemala, porém, negou que tenha firmado o acordo mencionado por Hegseth. No Equador, missões semelhantes com participação americana começaram em março de 2026.