A campanha do presidnete Lula (PT) pretende pedir ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que reveja a decisão de suspender a propaganda eleitoral que listava acusações que pesam contra Flávio Bolsonaro (PL) em formato de currículo.
Nas redes sociais, o secretário de Comunicação do PT, Éden Valadares, afirmou que a peça se baseia em fatos noticiados contra Flávio. Entre os casos citados, estão a denúncia feita contra ele por lavagaem de dinheiro e vínculo com organização criminosa e seu envolvimento com as fraudes do Banco Master.
"Acatamos a liminar da Justiça Eleitoral que determinou a retirada do ar do material audiovisual que apresenta o currículo do candidato Flávio Bolsonaro, mas estudamos um pedido de reconsideração", escreveu ele.
Na decisão do TSE, a ministra Estela Aranha disse que "o conteúdo divulgado extrapola os limites da crítica política admissível".
"As publicações não se restringem à manifestação de opinião ou ao debate público acerca de posições políticas, mas constroem narrativa que imputa ao candidato envolvimento com organizações criminosas, mediante técnica de associação indireta e encadeamento de fatos, sem indicação de qualquer dado concreto, investigação formal ou imputação jurídica que ampare as alegações", afirmou a ministra.












