Resultado reflete fatores a incerteza sobre as propostas pelos candidatos, além dos possíveis impactos do El Niño e do conflito no Oriente Médio, inflação doméstica e taxa de juros, diz a fundação 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre) subiu 2,3 pontos em agosto, alcançando 111,7 pontos. Na métrica de médias móveis trimestrais, o indicador subiu 0,3 ponto, para 110,8 pontos. "Com a proximidade das eleições, o resultado de agosto reflete o debate público em torno das contas públicas e das políticas econômicas propostas pelos candidatos. Outros fatores também contribuíram para a alta da incerteza, entre eles os impactos potenciais do El Niño e do conflito no Oriente Médio sobre a trajetória da inflação doméstica, além das dúvidas em relação à trajetória da taxa de juros no Brasil, diante de diferentes fatores que podem influenciar as decisões de política monetária”, afirmou a economista do FGV Ibre Anna Carolina Gouveia. O componente de Mídia do IIE-Br subiu 2,8 pontos, para 111,6 pontos, contribuindo positivamente com 2,4 pontos para o resultado agregado. O componente de Expectativas - que mede a dispersão nas previsões de especialistas para variáveis macroeconômicas -, por sua vez, recuou 0,8 ponto no mês, passando a 106,9 pontos e contribuindo negativamente com 0,1 ponto para a alta do IIE-Br. — Foto: Unsplah