O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre) recuou 6,3 pontos em maio, para 110,9 pontos. Na métrica de médias móveis trimestrais, o indicador manteve a tendência de alta, ao subir 1,7 ponto, para 114,4 pontos. "Após dois meses em alta, o Indicador de Incerteza cede em maio, influenciado pela queda do componente de Mídia, que mede a incerteza econômica através da análise de textos que refletem o debate público sobre economia na mídia impressa e digital. O resultado foi influenciado pelo cessar-fogo temporário na guerra do Irã, Estados Unidos e Israel, que reduziu relativamente as instabilidades geradas até então pelo conflito. O componente de Expectativas, por outro lado, continua a registrar trajetória de alta, motivada pelos impactos do cenário externo na economia brasileira”, afirmou a economista do FGV Ibre Anna Carolina Gouveia. O componente de Mídia do IIE-Br recuou 8,5 pontos em maio, para 109,8 pontos, contribuindo negativamente com 7,4 pontos para o resultado agregado. O componente de Expectativas que mede a dispersão nas previsões de especialistas para variáveis macroeconômicas, subiu 4,9 pontos no mês, passando a 110,8 pontos, maior nível desde dezembro de 2024 (117,7 pontos) e contribuindo positivamente com 1,1 ponto. — Foto: Pexels
Indicador de Incerteza Econômica recua em maio, após dois meses em alta, diz FGV
Segundo a fundação, o resultado foi influenciado incerteza econômica através da análise do debate público sobre economia na mídia impressa e digital, principalmente com o cessar-fogo temporário na guerra do Irã, Estados Unidos e Israel











