'Ele é um caso perdido', afirmou ex-prefeito, autor de pedido que levou a liminar restringindo a campanha do adversário 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O ex-prefeito do Rio Eduardo Paes — Foto: Beth Santos / Prefeitura do Rio O candidato ao governo do estado Eduardo Paes (PSD) comentou nesta sexta-feira a decisão da Justiça Eleitoral que impediu, por ora, o rival Anthony Garotinho (Republicanos) de utilizar o fundo eleitoral, de ter direito a tempo de propaganda gratuita no rádio e na TV e de participar de debates. A medida foi tomada em caráter liminar pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) nesta quinta-feira, atendendo a um pedido da coligação do ex-prefeito, que solicitou ainda a impugnação da candidatura adversária. — Quem está inelegível, está inelegível. É a lei. Acho que o Garotinho já foi preso cinco vezes, um “pentacaneiro”. Não restava outra coisa, ele roubou mais uma vez. Foi condenado por ter desviado recursos da Saúde. Não é nem a inelegibilidade dele, é mais um crime do Garotinho, o palhaço do picadeiro da política fluminense e brasileira. Ele é um caso perdido. Pelo jeito, vai ter que ir pra casa de novo chorar e limpando a fraldinha — afirmou Paes Garotinho ainda pode recorrer da decisão no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Neste momento, o TRE-RJ ainda não deliberou acerca da elegibilidade de Garotinho em si. Isso deve ocorrer na próxima semana, quando o tribunal se debruçar sobre o registro de candidatura do ex-governador. A declaração de Paes foi dada durante agenda de campanha nesta sexta-feira, na Região dos Lagos. O candidato visitou as obras do batalhão da Polícia Militar que está sendo construído na região e prometeu que, se eleito, vai colocar a unidade em operação em janeiro de 2027. Ele estava acompanhando do candidato ao Senado Pedro Paulo (PSD) e do senador Romário (sem partido).
Paes ironiza Garotinho após decisão do TRE-RJ suspender repasses e propaganda eleitoral do rival: 'Palhaço do picadeiro'
'Ele é um caso perdido', afirmou ex-prefeito, autor de pedido que levou a liminar restringindo a campanha do adversário











