O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, afirmou nesta sexta-feira (28) em um comunicado escrito ter proibido as pessoas de “cometer qualquer ato que prejudique a coesão social”. Khamenei também instou as autoridades de seu país a evitarem “declarações desanimadoras que enfraqueçam a motivação nacional e pública” no comunicado. "Eu declaro categoricamente que a prática de qualquer ato que prejudique a coesão social é proibida", afirmou Khamenei em uma mensagem em suas redes sociais. O líder supremo, que não aparece em público desde o início da guerra entre EUA e Irã no Oriente Médio, não especificou que atos passam a ficar proibidos a partir de agora. Em um comunicado atribuído a Khamenei e divulgado pela imprensa estatal iraniana, o líder supremo aconselha a autoridades evitarem destacar "fraquezas, deficiências e falhas Às vezes, expressar honestamente as próprias fraquezas quando o inimigo precisa de moral é de grande ajuda para ele e pode até mesmo preocupar os corações de amigos e companheiros, fazendo-os vacilar e se confundir. Mas, até o início da guerra, iranianos estavam tomando as ruas em protestos cada vez mais numerosos contra o regime dos aiatolás. Inicialmente, os manifestantes se queixavam a má situação econômica que o Irã já vinha enfrentando antes do conflito com os EUA. Mojtaba Khamenei assumiu o posto de líder supremo — uma espécie de guia espiritual do Irã mas também com grande força política no regime dos aiatolás — após seu pai, o aiatolá Ali Khamenei, morrer em um ataque de Israel no conflito. Irã diz ter chegado a um acordo com Omã sobre o controle do Estreito de Ormuz A mensagem ocorre, também, em um novo momento, de tensão entre Irã e Estados Unidos. Teerã vem tentando costurar acordos paralelos com vizinhos do Golfo Pérsico para liberar o Estreito de Ormuz, sem a participaçao dos Estados Unidos. Esta reportagem está em atualização.
Líder supremo do Irã proíbe atos que 'prejudiquem a coesão social' | G1
O líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, afirmou nesta sexta-feira (28) em um comunicado escrito ter proibido as pessoas de “cometer qualquer ato que prejudique a coesão social”. Khamenei também instou as autoridades de seu país a evitarem “declarações desanimadoras que enfraqueçam a motivação nacional e pública” no comunicado. "Eu declaro categoricamente que a prática de qualquer ato que prejudique a coesão social é proibida", afirmou Khamenei em uma mensagem em suas redes sociais. O líder supremo, que não aparece em público desde o início da guerra entre EUA e Irã no Oriente Médio, não especificou que atos passam a ficar proibidos a partir de agora. Em um comunicado atribuído a Khamenei e divulgado pela imprensa estatal iraniana, o líder supremo aconselha a autoridades evitarem destacar "fraquezas, deficiências e falhas Às vezes, expressar honestamente as próprias fraquezas quando o inimigo precisa de moral é de grande ajuda para ele e pode até mesmo preocupar os corações de amigos e companheiros, fazendo-os vacilar e se confundir. Mas, até o início da guerra, iranianos estavam tomando as ruas em protestos cada vez mais numerosos contra o regime dos aiatolás. Inicialmente, os manifestantes se queixavam a má situação econômica que o Irã já vinha enfrentando antes do conflito com os EUA. Mojtaba Khamenei assumiu o posto de líder supremo — uma espécie de guia espiritual do Irã mas também com grande força política no regime dos aiatolás — após seu pai, o aiatolá Ali Khamenei, morrer em um ataque de Israel no conflito. Irã diz ter chegado a um acordo com Omã sobre o controle do Estreito de Ormuz A mensagem ocorre, também, em um novo momento, de tensão entre Irã e Estados Unidos. Teerã vem tentando costurar acordos paralelos com vizinhos do Golfo Pérsico para liberar o Estreito de Ormuz, sem a participaçao dos Estados Unidos. Esta reportagem está em atualização.











