Baixa dos produtos industriais, parcialmente compensada pela alta dos produtos agropecuários, no IPA e energia elétrica, tomate, batata-inglesa, passagem aérea e gasolina, no IPC, contribuíram para a queda 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) caiu 0,22% em agosto, depois de ter recuado 1,16% em julho, segundo o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre). O resultado ficou acima da mediana de -0,30% das estimativas dos economistas ouvidos pelo VALOR DATA, e dentro do intervalo das projeções (-0,55% a +0,25%). Em agosto de 2025, o IGP-M havia subido 0,36% e acumulava alta de 3,03% em 12 meses. Com o resultado de agosto, o índice acumula alta de 2,16% em 12 meses. Esse resultado ficou acima da mediana de 2,08% das estimativas dos analistas ouvidos pelo VALOR DATA, e dentro do intervalo das projeções (1,84% a 2,63%). Em 2026, o indicador tem alta acumulada de 1,85%. Na primeira prévia do mês, o indicador havia subido 0,26% e, na segunda, tido queda de 0,36%. “O IGP-M ficou negativo pelo segundo mês, embora a queda tenha perdido intensidade. No IPA, a baixa dos produtos industriais foi parcialmente compensada pela alta dos produtos agropecuários, cuja taxa passou de -0,20% para 2,73%. Para o consumidor, energia elétrica, tomate, batata-inglesa, passagem aérea e gasolina contribuíram para aprofundar a queda do IPC. O INCC seguiu em direção contrária, com avanço da mão de obra”, afirmou o economista do FGV Ibre André Braz. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) caiu 0,34% em agosto, ante -1,74% no mês anterior. Analisando os diferentes estágios de processamento, o grupo de Bens Finais cedeu 0,40% em agosto, ante -0,82% em julho. O índice de Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos de alimentos in natura e combustíveis para consumo, passou de -0,10% em julho para 0,39% em agosto. Já o grupo de Bens Intermediários registrou queda de 1,90% em agosto, após subir 0,35% no mês anterior. Em movimento oposto, o índice de Bens Intermediários (ex), que exclui o subgrupo de combustíveis e lubrificantes para a produção, passou de -0,40% em julho para -0,23% em agosto. Por fim, o estágio das Matérias-Primas Brutas apresentou alta de 0,88% em agosto, após cair 3,89% no mês anterior. Em agosto, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou queda de 0,41%, ante recuo de 0,01% no mês anterior. Entre as oito classes de despesa que compõem o índice, seis classes apresentaram recuo: Habitação (0,35% para -1,24%), Educação, Leitura e Recreação (0,80% para -0,52%), Comunicação (0,00% para -0,81%), Transportes (-0,09% para -0,16%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,23% para 0,22%) e Vestuário (-1,03% para -1,05%). Em contrapartida, duas classes de despesa exibiram aumento: Despesas Diversas (0,35% para 2,24%) e Alimentação (-0,74% para -0,67%). O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou alta de 0,85% em agosto, de 0,62% em julho. Analisando os três grupos componentes do INCC, Materiais e Equipamentos recuou de 0,42% para 0,33%; Serviços passou de 0,25% para 0,33%; e o Mão de Obra foi de 0,93% para 1,56%. — Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo
IGP-M cai 0,22% em agosto e acumula alta de 2,16% em 12 meses, informa FGV Ibre
Baixa dos produtos industriais, parcialmente compensada pela alta dos produtos agropecuários, no IPA e energia elétrica, tomate, batata-inglesa, passagem aérea e gasolina, no IPC, contribuíram para a queda










