A advogada Eunice Paiva, viúva do deputado Rubens Paiva, o jornalista Vladimir Herzog, morto pela repressão, e o líder político Leonel Brizola já foram lembrados em livros e filmes sobre a ditadura militar no Brasil. Agora eles e outras figuras notáveis desse período surgem em um jogo de cartas que ganhou o nome de Censura.
Projeto do estúdio Tijolo, que reúne três amigos de São Paulo e do Rio de Janeiro com experiência na criação de jogos, Censura acompanha os principais momentos do período autoritário, que se estendeu de 1964 a 1985.
O jogo está na fase final de uma campanha de financiamento coletivo, com previsão de lançamento em novembro.
"Queremos que as pessoas joguem e reflitam sobre a sociedade em que vivemos", diz Renato Sasdelli, desenvolvedor de jogos, produtor e um dos integrantes da Tijolo.
Os outros membros do grupo são o designer de games Alex Olteanu e o designer gráfico Max Duarte.









