A venda de Allan, do Palmeiras para o Manchester City, é mais um caso de sucesso da capacidade do clube de formar e do técnico Abel Ferreira de desenvolver jogadores, ao mesmo tempo que mantém sua equipe competitiva.

No mundo do futebol, muitos são os clubes que baseiam sua sobrevivência em revelar e vender, mas custam a conseguir reposição e estabilidade dentro de campo nas entressafras.

O valor, entre fixos e variáveis, de 40 milhões de euros é ótimo para o Palmeiras, que vende um coadjuvante por preço de craques como Endrick e Estêvão. Também é excelente para Allan, que vai para um clube forte tentar dar o passo adiante na carreira —embora a saída de Pep Guardiola levante muitas dúvidas sobre o futuro competitivo do Manchester City.

Allan em jogo contra o paraguaio Cerro Porteño, pela Libertadores - Daniel Duarte - 19.ago.26/AFP

Para o comprador o negócio também pode ser muito bom, caso consiga desenvolver um bom jogador, com características mais de futebol coletivo do que de brilho individual, para ser uma peça importante em seu elenco.