* Por Luciane Calabria
Conhecidas pelo caráter inovador e pela capacidade de corrigir rapidamente a rota e assumir riscos, as startups têm muito a ensinar às empresas maduras que buscam diferenciação e originalidade. Em momentos de mudanças tecnológicas rápidas, essa lógica de operação pode representar uma vantagem competitiva, uma vez que a adaptabilidade é um de seus atributos. Isso é particularmente positivo no contexto atual, em que a inteligência artificial força as empresas a repensar seus modelos de negócio em ciclos cada vez mais curtos.
As novas dinâmicas de mercado impulsionadas pela IA exigem pensamento crítico e capacidade de resolver problemas complexos, competências que são potencializadas por times diversos não só em gênero, mas também em experiência, formação e repertórios. Essa diversidade contribui para ampliar perspectivas e reduzir a reprodução de velhos vieses em novos produtos.
Um caminho para recalibrar a bússola e aliar a maturidade de empresas consolidadas à agilidade das startups é a contratação de profissionais oriundos desse ecossistema. Eles trazem consigo uma bagagem de experimentação, além da capacidade de adaptação contínua e escuta ativa – uma cultura que ajuda a garantir que o uso de IA não seja apenas implementado, mas resolva problemas reais dos usuários.







