Armadores e Marinha afirmam que certificado exigido é redundante e questionam legitimidade do serviço, feito por empresas privadas credenciadas pelos portos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Briga com o porto de Santos começou em 2024, quando novo atestado, que custa entre US$ 900 e US$ 1.000 no terminal paulista, começou a ser exigido — Foto: Anna Carolina Negri/Valor As empresas de navegação iniciaram uma disputa com a administração dos portos da Bahia e de Itajaí (SC) contra a exigência de um relatório de gestão ambiental que, segundo as companhias, é redundante com a vistoria da Marinha e gera um custo adicional de até US$ 2 mil por navio. Esse mesma briga tem sido travada com o porto de Santos (SP) desde 2024, quando uma regra semelhante foi adotada. As autoridades portuárias, por sua vez, defendem a medida, dizem que os navios têm sido reprovados nas análises e que a falta de gestão pode trazer impactos ao ecossistema local.
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