Aula de salsa depois do trabalho na segunda-feira. Clube de xadrez na terça. Boxe na quarta. E essa era apenas a primeira metade da semana de Tylo Laidlaw. Por isso, quando o assunto chega aos encontros amorosos, a resposta é simples: ultimamente, ele tem reservado mais tempo para hobbies do que para encontros.
Depois que seu último relacionamento terminou, em 2024, Laidlaw percebeu que havia se tornado estagnado e robótico. Embora tivesse seguido a trajetória de se formar na faculdade, conseguir um emprego e economizar dinheiro, "faltava alguma coisa", diz ele.
Laidlaw, de 30 anos, experimentou diferentes hobbies. Para ele, a ideia era manter a curiosidade e se colocar em ambientes que, de outra forma, não frequentaria. Agora, sente-se uma pessoa mais completa. O xadrez, por exemplo, apresentou-lhe novas pessoas e ensinou-lhe lições de vida sobre estratégia e responsabilidade.
"Minha vida é tão plena que sei que a pessoa certa vai aparecer", diz Laidlaw, freelancer de direção criativa em Londres. "Mas não estou por aí procurando." Embora seja do tipo que gosta de relacionamentos, percebe que está menos preocupado com encontros amorosos porque sua vida é enriquecida de outras maneiras. "Estou muito bem onde estou", diz ele, e "essa energia se torna contagiante".










