Como segunda prioridade, Lula cita o fortalecimento da soberania e da defesa nacional; segundo o presidente, o cenário internacional está “muito nervoso” 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Lula diz que Brasil precisa proteger fronteiras e ampliar a atenção sobre terras raras e minerais críticos — Foto: Imagem Valor Econômico O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta sexta-feira (14), que será candidato à Presidência da República para “dar um salto de qualidade no Brasil”, com foco nos investimentos em educação. O petista disse ainda estar “muito otimista” com o próximo mandato, que pode ser seu quarto à frente do Palácio do Planalto. “Eu sou candidato à Presidência da República porque acho que temos que dar um salto de qualidade no Brasil. Eu quero agora levar o Brasil ao padrão dos países altamente desenvolvidos e [isso] começa pela educação. Não há exemplo no mundo de qualquer país que tenha se desenvolvido, sem antes investir na educação. Esse é um sonho meu e uma coisa que eu quero fazer”, disse Lula, em entrevista aos podcasts Não Inviabilize e As Cunhãs. Como segunda prioridade, Lula citou o fortalecimento da soberania e da defesa nacional. Segundo o presidente, o cenário internacional está “muito nervoso” e há “muita encrenca no mundo”. Ele afirmou que o Brasil precisa proteger suas fronteiras marítimas e terrestres, além de ampliar a atenção sobre terras raras e minerais críticos. Sobre a exploração de terras raras, Lula afirmou que o Brasil não deve se limitar a extrair os recursos e vendê-los como commodities. “Queremos transformá-las, não queremos vendê-las, queremos fazer as coisas aqui para colocar valor agregado”, disse. As terras raras e os minerais críticos ganharam relevância estratégica diante da disputa comercial e tecnológica entre Estados Unidos e China, países que buscam ampliar o controle sobre cadeias de fornecimento desses recursos.
Lula promete 'salto de qualidade' no país, com foco nos investimentos em educação
Como segunda prioridade, Lula cita o fortalecimento da soberania e da defesa nacional; segundo o presidente, o cenário internacional está “muito nervoso”








