Mudança de última hora foi recomendada pelo Serviço Secreto, responsável pela segurança presidencial 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Uma faixa com a foto do presidente dos EUA, Donald Trump, ao lado de um sistema de mísseis iraniano na Praça Azadi, em Teerã, Irã, em 30 de julho de 2026 — Foto: Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via REUTERS O presidente dos EUA, Donald Trump, comentou a notícia sobre a mudança sigilosa de avião que precisou fazer ao retornar da cúpula da Otan em Ancara, em junho. A mudança repentina decorreu de ameaça considerada factível à segurança de Trump. Ele disse considerar ter feito um voo ainda mais arriscado no avião alternativo, que o levou até o Reino Unido. Segundo Trump, a mudança foi recomendada pelo Serviço Secreto, responsável pela segurança presidencial. Na volta da Turquia, o voo fez uma parada técnica no Reino Unido para reabastecimento programado, e nenhum incidente foi registrado no trajeto de volta, até os Estados Unidos. “Na verdade, eu acho que o avião em que eu voei foi o que estava sob maior risco”, disse Trump ao ser questionado por repórteres, sem acrescentar qualquer evidência. “Eu acho que era um avião em que se teria mais chance de eles tentarem atingir”, acrescentou. As ameaças do Irã que resultaram em troca sigilosa de avião incluíam a possibilidade de um ataque com míssil terra-ar, de acordo com relato do jornal The New York Times. A cúpula foi realizada na Turquia, país que faz fronteira com o Irã. A ameaça identificada era de que um míssil terra-ar portátil, do tipo que é operado no ombro do atirador, foi visto com um suspeito em área próxima ao local em que ocorreu a cúpula da Otan. E Teerã tinha conhecimento do local onde Trump estava hospedado em Ancara, incluindo o andar do prédio, disseram fontes ouvidas por The New York Times.