De acordo com relatos de fontes ao New York Times, havia uma ameaça específica dos iranianos de uso de um míssil terra-ar contra o Air Force One, avião usado para transportar o presidente 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chega a bordo do novo Air Force One, presenteado pelo Catar, ao retornar a Washington após participar de uma cúpula de líderes da Otan na Turquia, na Base Conjunta Andrews, em Maryland, Estados Unidos, em 9 de julho de 2026 — Foto: REUTERS/Jonathan Ernst/Foto de arquivo O Irã sabia onde o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estava hospedado durante a cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em Ancara, na Turquia, no mês passado, inclusive o andar do edifício em que ele se encontrava, segundo duas autoridades americanas ouvidas pelo New York Times. De acordo com relatos das fontes ao jornal, havia também uma ameaça específica dos iranianos de uso de um míssil terra-ar contra o Air Force One — ou seja, qualquer que fosse o avião que transportasse o presidente. Houve ainda a informação de que uma pessoa havia sido vista nas proximidades da cúpula da aliança militar com um míssil portátil. Foram essas informações que levaram integrantes de alto escalão do governo Trump a montar uma operação de despite, na qual o presidente americano chegou a usar um caminhão de serviço de bordo para embarcar entre diferentes aeronaves de forma secreta no último dia do evento da Otan. Na ocasião, Trump entrou diante das câmeras no Air Force One mais antigo, que ele havia anunciado que usaria "pelos velhos tempos", antes de sair às escondidas em um contêiner de serviço de catering do aeroporto e deixar o país em um avião C-32A da Força Aérea americana. Um caminhão de catering está estacionado do outro lado do Air Force One antes da partida do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de Ancara com destino a Washington, após sua participação na cúpula de líderes da Otan, no Aeroporto de Ancara Esenboga, em Ancara, Turquia, em 8 de julho de 2026 — Foto: REUTERS/ABC-TV/Pool/Foto de arquivo Trump já havia sido alvo de supostos planos da República Islâmica em um passado recente. Durante o governo do presidente democrata Joe Biden, por exemplo, um homem foi condenado por envolvimento em um plano de assassinato por encomenda contra o republicano. Conforme as autoridades americanas que investigaram o caso, o plano era comandado por iranianos por meio de intermediários. Além disso, durante um comício de campanha em Butler, na Pensilvânia, em 2024, Trump foi atingido de raspão pela bala disparada por um possível assassino. No mesmo ano, o mandatário foi alvo de um homem armado em seu campo de golfe na Flórida.