Nos 12 meses até junho, o setor de serviços cresceu 2,6%, e no primeiro semestre, por sua vez, há aumento de 2% ante igual período de 2025 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O setor de serviços fechou o primeiro semestre de 2026 em estabilidade. O volume de serviços prestados no país teve variação nula em junho, ante maio, segundo os dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em maio, houve retração de 0,2% (após revisão de dado divulgado inicialmente como -0,4%). A estabilidade na série com ajuste sazonal significou um resultado acima da mediana das estimativas de 22 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo VALOR DATA, de recuo de 0,2%. O intervalo das projeções ia de queda de 1,6% a alta de 0,7%. O resultado de junho foi o pior para o mês desde 2019 (-1%), mas o patamar de prestação de serviços está apenas 0,3% abaixo do topo da série histórica da pesquisa, alcançado em outubro de 2025. Na comparação com junho de 2025, o indicador teve alta de 2%. Nesse caso, a expectativa mediana do mercado, pelo VALOR DATA, era de alta de 1,4%, com projeções entre recuo de 0,4% e alta de 1,9%. Nos 12 meses até junho, o setor de serviços cresceu 2,6%. No primeiro semestre, por sua vez, há aumento de 2% ante igual período de 2025. O setor de serviços se encontra 19,9% acima do nível de fevereiro de 2020 (pré-pandemia). A receita nominal do setor avançou 0,3% em junho, ante maio. Na comparação com junho de 2025, a alta atingiu 8,6%. No resultado acumulado em 12 meses até junho, cresceu 7,5%. O primeiro semestre de 2026 foi de aumento de 7,6% ante igual período de 2025. Atividades Quatro das cinco atividades acompanhadas pela pesquisa registraram queda na passagem entre maio e junho. O único segmento em alta foi o de informação e comunicação (1,8%), desempenho que garantiu estabilidade e impediu que o setor de serviços ficasse no campo negativo. Pelos dados divulgados pelo IBGE, a principal influência negativa veio dos serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,4%). Com isso, eliminaram parte do ganho acumulado entre abril e maio (3%). As demais quedas vieram de outros serviços (-2,2%), serviços prestados às famílias (-1,2%) e transportes (-0,1%). Das atividades específicas dentro dos segmentos, tiveram contribuição negativa o transporte aéreo, a administração de cartões de crédito, o agenciamento de espaços de publicidade e alojamento e alimentação. Por outro lado, as principais influências positivas vieram de serviços de tecnologia e informação, telecomunicações e logística de cargas. — Foto: Rodrigo_SalomonHC/Pixabay
Serviços ficam estáveis em junho, ante maio, com patamar 0,3% abaixo do recorde da pesquisa, diz IBGE
Nos 12 meses até junho, o setor de serviços cresceu 2,6%, e no primeiro semestre, por sua vez, há aumento de 2% ante igual período de 2025








