Desde o início do conflito, no fim de fevereiro, presidente americano tem alternado repetidamente entre ameaças de escalada e afirmações de que um acordo de paz está próximo 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O presidente Donald Trump ouve durante uma reunião para a assinatura de uma ordem executiva sobre vacinas, na segunda-feira, 10 de agosto de 2026, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington — Foto: AP/Jacquelyn Martin O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou o Irã de ser formado por “negociadores ardilosos” em uma entrevista divulgada na noite de segunda-feira e descreveu algumas das opções que considera atualmente na guerra: “seguir como está” e deixar Teerã fracassar economicamente ou “atingi-los com muita, muita força”. “Estou meio que negociando”, disse Trump à Real America’s Voice em entrevista por telefone. “Eles [autoridades iranianas] são negociadores muito ardilosos.” Desde o início do conflito, no fim de fevereiro, Trump tem alternado repetidamente entre ameaças de escalada e afirmações de que um acordo de paz está próximo. O Paquistão afirmou nesta terça-feira que Washington e Teerã estavam próximos de “algum tipo” de acordo, enquanto o Catar disse que as negociações sobre a gestão do Estreito de Ormuz estavam em estágio avançado, apesar de relatos de novos ataques contra embarcações em águas da região. Trump descreveu uma de suas possíveis estratégias da seguinte forma: “Fazer o que estou fazendo agora: simplesmente seguir como está e ver como eles estão indo mal.” “Economicamente, eles estão um desastre. Não conseguem tomar dinheiro emprestado. Nós controlamos o dinheiro deles, o que eles tinham, e era muito. Eles tinham muito, e nós temos controle total sobre isso. Eu sou o banqueiro deles”, afirmou, em referência aos ativos iranianos congelados. Outra opção seria “atingi-los com muita, muita força”, disse Trump. Trump também minimizou as preocupações com os baixos estoques de munições, afirmando que os EUA estão “produzindo-as como loucos”, e atribuiu a responsabilidade pela situação a seu antecessor, o ex-presidente Joe Biden. A Reuters informou na semana passada que o Exército americano consumiu grande parte de seu estoque de mísseis de longo alcance de alta precisão durante a guerra, aumentando as preocupações sobre o grau de prontidão das Forças Armadas para futuros conflitos. “Estamos bem em termos de munições... Mas a razão pela qual os estoques estariam mais baixos — e estamos produzindo munições como loucos — é que ele [Biden] deu US$ 300 bilhões em armamentos à Ucrânia”, afirmou Trump.
Trump diz que opções são deixar Irã fracassar economicamente ou ‘atingi-los com muita força’
Desde o início do conflito, no fim de fevereiro, presidente americano tem alternado repetidamente entre ameaças de escalada e afirmações de que um acordo de paz está próximo








