0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Daniel Vorcaro negocia um acordo de delação premiada e uma das contrapartidas costuma ser a devolução de ativos, o que o banqueiro resiste — Foto: Agência O Globo O procurador-geral da República, Paulo Gonet, não está muito otimista sobre uma nova delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Em conversas reservadas com integrantes de tribunais superiores, Gonet deixou claro que a Procuradoria impôs três condições para que qualquer tratativa avançasse – e que Vorcaro não cumpriu nenhuma delas até agora. A primeira é que não pode escolher quem será delatado. A PGR quer todos os envolvidos, sem seleção. A segunda exige que o banqueiro entregue detalhes sobre o paradeiro do dinheiro das fraudes bancárias que teria orquestrado. A terceira é que qualquer discussão sobre penas e benefícios fique para depois, quando as informações estiverem todas no papel. Nas duas tentativas anteriores de delação, nada disso foi respeitado. E Gonet acredita que, mesmo com uma nova equipe de defesa, o cenário dificilmente vai mudar. A PGR segue firme no “não” enquanto as condições não forem atendidas.
Mais recente
Próxima
A mudança de tom de Alcolumbre sobre a indicação de Lula ao STF







