* Por Reinaldo Sima
A inteligência artificial vem ocupando um espaço cada vez mais estratégico dentro das empresas. O que começou como uma ferramenta voltada à automação de tarefas evoluiu para uma tecnologia capaz de transformar a forma como as organizações acessam, compartilham e aplicam conhecimento. A discussão deixou de ser se a IA será adotada e passou a se concentrar em como utilizá-la de maneira eficiente e alinhada aos desafios reais do negócio. Em um mercado tão dependente de informação quanto o imobiliário, essa mudança tem efeitos diretos sobre a experiência do cliente e o sucesso da operação.
Na prática, o impacto da IA já pode ser percebido ao longo de toda a jornada de compra. A aquisição de um imóvel envolve crédito, documentação, regulamentação, etapas construtivas e uma série de decisões que exigem rapidez e segurança. Quando as informações não circulam de forma adequada, processos se tornam mais lentos, equipes enfrentam mais dificuldades para atuar e a experiência do cliente perde qualidade.
Na MRV, a adoção da inteligência artificial começou há alguns anos no relacionamento com clientes com o lançamento da Mia, assistente virtual voltada ao atendimento e à personalização da jornada de compra. O ganho operacional foi importante, mas o principal aprendizado veio depois: a IA não gera valor apenas por automatizar processos. Seu verdadeiro potencial está em resolver problemas concretos e tornar a experiência das pessoas mais simples.









