O esquema no IRM teria desviado R$ 86,28 milhões, segundo o Ministério Público 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Davi Perini Vermelho, o Didê, presidente do IRM, após ser preso em operação do Ministério Público do Rio e da Polícia Civil — Foto: Fabiano Rocha/Agência O Globo Sabe a "Operação Ouroboros", que ocorreu em 9 de julho e que levou à denúncia de 11 pessoas por organização criminosa, corrupção passiva, fraude à licitação e lavagem de dinheiro no âmbito do Instituto Rio Metrópole (IRM), num esquema que teria desviado R$ 86,28 milhões, entre julho de 2022 e maio deste ano, segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro? Pois bem. Próximo ao gabinete do então presidente do IRM, David Perini Vermelho, conhecido como Didê, preso durante a operação, tinha uma sala com uma cama de casal, frigobar e TV - um ambiente propício, digamos, para um bom descanso ou, quem sabe lá, alguma saliência. Criado em 2018 pelo governo estadual para planejar políticas públicas para a Região Metropolitana, o Instituto Rio Metrópole (IRM) ganhou mais grana após a concessão da Cedae e, em 2023, passou também a executar obras e intervenções urbanas.
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