Abelardo de la Espriella lida com as consequências do pior terremoto na Colômbia em mais de 20 anos menos de 72 horas após tomar posse —o que deve ser um teste de fogo para o primeiro presidente do país sem experiência prévia em cargos públicos.

Segundo o Serviço Geológico da Colômbia, o tremor desta segunda-feira (10), que matou ao menos 111 pessoas, foi o pior do século 21. O número de vítimas do terremoto, sentido em 11 dos 32 departamentos do país, deve crescer nos próximos dias, considerando o nível de danos em construções.

Nas horas seguintes ao tremor, a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) suspendeu uma partida que ocorreria em Bogotá, o Senado adiou a sessão agendada para esta terça (11) e capitais abriram centros de ajuda para os atingidos.

Além disso, León Fabio Marín, prefeito do município onde foi o epicentro do sismo, San José del Palmar, disse ter um orçamento de apenas US$ 32 milhões da Unidade Nacional de Gestão de Riscos de Desastres. "Somos um município extremamente pobre, com muito poucos recursos", disse o político que gere a cidade de quase 6.000 habitantes.

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