PUBLICIDADE Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional terá especialistas em IA, comunicação social, segurança pública, crime organizado, saúde pública, orçamento, diplomacia e outros 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Objetivo será assessorar o ministro Nunes Marques, presidente do TSE, durante a eleição — Foto: Luiz Silveira/STF O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) instituiu um conselho para monitorar o uso indevido de inteligência artificial (IA) e a disseminação de conteúdos falsos nas eleições de 2026. O órgão foi criado por meio de uma portaria assinada em 4 de agosto e publicada nesta sexta-feira (7). O Conselho Consultivo sobre Integridade Informacional, como foi batizado, será composto por especialistas em IA, comunicação social, segurança pública, crime organizado, saúde pública, orçamento, diplomacia, entre outros. O objetivo será assessorar o ministro Nunes Marques, presidente do TSE, durante a eleição. “O conselho terá caráter consultivo e multidisciplinar e reunirá especialistas de áreas consideradas estratégicas para o enfrentamento dos desafios contemporâneos que podem afetar a normalidade das Eleições Gerais de 2026”, informou o TSE. Competirá ao conselho realizar estudos e propor medidas de fortalecimento à “integridade informacional do processo eleitoral”; acompanhar fenômenos relacionados à desinformação, uso indevido de IA e disseminação de notícias falsas ou descontextualizadas; sugerir estratégias de cooperação entre a Justiça Eleitoral, órgãos públicos e entidades privadas; e apresentar recomendações para aperfeiçoar ações de prevenção e enfrentamento à desinformação. “A nova área de assessoramento da Corte também poderá propor estratégias de cooperação com outros órgãos públicos, empresas privadas, universidades e entidades da sociedade civil. Outra frente prevista é a elaboração de iniciativas educativas voltadas à cidadania digital e à conscientização dos eleitores sobre a circulação de informações falsas ou manipuladas”, prosseguiu a corte em nota. Segundo o TSE, os integrantes serão definidos pelo presidente do TSE e a participação não será remunerada. O grupo deve se reunir uma vez por mês, a partir de agosto, e funcionará até 31 de dezembro.