0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O ministro da Fazenda, Dario Durigan — Foto: Brenno Carvalho/Agência O Globo O ministro da Fazenda, Dario Durigan, respondeu à acusação do Governo do Distrito Federal (GDF) de que há inércia por parte da União e do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) no cumprimento das ações e dos deveres acordados para viabilizar a solução para o Banco de Brasília (BRB). O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para o dia 16 uma nova audiência de conciliação para discutir a operação firmada entre o Governo do Distrito Federal (GDF), o BRB, a União e o FGC. — O problema do BRB tem origem criminosa no Governo do Distrito Federal e no BRB. As pessoas estão respondendo por isso, inclusive. A União, que não tem nada a ver com essa história, que nunca teve relação com esse tipo de situação, foi chamada ao Supremo, a pedido da governadora. Nós nos dispusemos a colaborar com o Supremo, fechamos o acordo possível, e as equipes têm trabalhado. A equipe tem realizado inúmeras reuniões para viabilizar tanto as garantias que o GDF ofereceu quanto para entender quais são os trâmites que devem ser feitos junto ao FGC. Ficamos profundamente incomodados com uma declaração desse tipo, que é totalmente descabida. Durigan afirmou ainda que o acordo firmado no STF é "o único acordo possível" e que eventuais dúvidas sobre as garantias apresentadas pelo GDF precisam ser esclarecidas no Supremo para dar segurança às instituições financeiras que poderão conceder empréstimos ao governo distrital. Ele acrescentou que outro ponto pendente é o plano de recuperação do BRB. Segundo o secretário, cabe ao banco demonstrar, por meio de seu plano de negócios, se os aportes previstos, dentro dos limites estabelecidos pela resolução do Senado , são suficientes para garantir a recuperação da instituição. - O BRB tem um plano de recuperação que precisa ser apresentado e avaliado para que sejam tomadas as decisões necessárias. Mais uma vez, estaremos presentes nessa mesa para demonstrar tudo o que foi feito.