O crescimento recorde da produção da Petrobras em 14%, para 3,34 milhões de barris-dia, no segundo trimestre, na comparação com o mesmo período do ano anterior, é o principal motivo do avanço significativo da companhia neste ano, focado no reforço da segurança energética do País. A alta possibilitou ampliar a utilização do parque de refino e a oferta de derivados no mercado nacional, reduzir as importações e expandir as vendas internas. O segundo semestre registrou o menor volume de importações de derivados e ampliação das vendas de produtos próprios. O resultado final do aumento da oferta interna são preços nas refinarias abaixo dos internacionais, em 58% no caso do diesel e 45% no caso da gasolina, segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis. Para o País, houve um ganho de 21,9 bilhões de dólares na conta-petróleo, a diferença entre as exportações e importações de petróleo, derivados e gás natural, no primeiro semestre, equivalente a 70% do total obtido no ano passado. O crescimento da produção ocorreu em grande medida devido à maior eficiência operacional, à evolução da extração nos navios-plataformas e ao início de produção do navio-plataforma P-79, no campo de Búzios, de acordo com o relatório do segundo trimestre.
Muro de contenção – CartaCapital
A alta recorde da produção alivia os efeitos da guerra no Irã













