Segundo o comando, os governos estão fazendo um bom trabalho para conter preços, mas a empresa tem visto mais pressão na África 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Heineken: um dos efeitos da crise geopolítica é a pressão inflacionária — Foto: Silvia Zamboni/Valor O diretor financeiro da Heineken, Harold van den Broek, disse, nesta quarta-feira (5), que a empresa vê um impacto de cerca de 100 milhões de euros ao ano nos negócios em razão da crise no Oriente Médio e os efeitos no preço de commodities e energia. “Vemos pressão nos custos por causa do Oriente Medio, como alumínio e petróleo. O alumínio está mais caro na comparação com o ano passado”, afirmou o executivo, em conferência com analistas. Um dos efeitos da crise é a pressão inflacionária. Segundo Broek, os governos estão fazendo um bom trabalho para conter a inflação, mas a empresa tem visto mais pressão na África. O executivo explicou que a política de hedge ajuda o grupo a atravessar as volatilidades. Mas há itens que não podem ser protegidos, como o custo de transporte e, em alguns mercados, de energia. “Colocando em números, há cerca de 100 milhões (de euros) de custo de inflação no sistema como resultado da crise do Oriente Médio”, disse. A declaração veio em resposta a perguntas de analistas sobre se a empresa iria revisar suas projeções devido à persistência da guerra. Segundo Broek, a Heineken tem se mostrado confiante na sua estratégia de economia de custo e, com isso, o grupo foi capaz de absorver a subida de preços por causa da crise.
Heineken calcula impacto de 100 milhões de euros em razão da crise no Oriente Médio
Segundo o comando, os governos estão fazendo um bom trabalho para conter preços, mas a empresa tem visto mais pressão na África










