As farmacêuticas Eli Lilly, dona do Mounjaro, e Novo Nordisk, detentora do Ozempic, elevaram suas projeções para o ano inteiro, impulsionadas pela disparada da demanda por medicamentos para obesidade e diabetes, mas as ações da farmacêutica dinamarquesa recuaram diante da preocupação dos investidores com sua forte dependência de seu tratamento campeão de vendas.
A Novo Nordisk afirmou nesta quarta-feira (5) que espera que o crescimento das vendas e do lucro operacional ajustado fique estável ou recue até 6% neste ano.
A empresa previa anteriormente uma queda de até 12%, mas agora tem expectativas mais altas para as vendas de seus produtos GLP-1, como o Ozempic e o Wegovy, campeões de vendas contra obesidade e diabetes.A companhia registrou vendas líquidas de 78,5 bilhões de coroas dinamarquesas (R$ 62,25 bilhões) no segundo trimestre do ano, aumento de 3% em relação ao ano passado, a taxas de câmbio constantes. O lucro operacional ajustado foi de 33,4 bilhões de coroas dinamarquesas (R$ 26,49 bilhões), alta de 11%.
Já a Eli Lilly informou que sua receita no segundo trimestre saltou 48%, para US$ 23 bilhões (R$ 117,52 bilhões), impulsionada por um forte aumento nas vendas de tratamentos contra obesidade e diabetes. A receita internacional cresceu 80%.










