A marca está sob o comando de Roberto Jatahy, que discute com Alexandre Birman em uma câmara arbitral a gestão do grupo Azzas 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Cristiana Barros (à esq.), fundadora da grife de luxo Cris Barros, ao lado de Daniela Barros Verdi, co-CEO e sua irmã — Foto: Ana Paula Paiva/Valor O grupo de moda Azzas 2154, cujos sócios controladores estão discutindo suas diferenças sobre como administrar os negócios em uma câmara arbitral, tem na marca autoral Cris Barros sua única grife de luxo. Ao equilibrar a exclusividade de um ateliê de costura com a estrutura de uma operação de escala, a grife registra números robustos. A projeção é fechar o ano com um faturamento na casa dos R$ 300 milhões, o que representa uma expansão de 20% em comparação ao ano anterior. E a margem de lucro operacional fica em 28,5%, aproximando-se da meta de 30%, com roic (retorno sobre o capital investido) de 44%.

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