Empresas brasileiras despertam para a narrativa como ativo estratégico na construção de reputação, percepção de valor e vantagem competitiva 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Divulgação — Foto: Divulgação Em uma economia que se prepara para novas gerações orientadas por valores, e não por preço, organizações passaram a compreender que a vantagem competitiva estará na capacidade de estruturar a arquitetura da percepção, influenciando confiança, legitimidade, reputação e decisões que movimentam mercados. É nesse cenário que atua a historiadora Chris Kumakola. Com pesquisa realizada no Museu Campo de Auschwitz, desenvolveu a curadoria Efeito Narrativa, que orienta grandes empresários, corporações, líderes políticos e tomadores de decisão na construção de narrativas estratégicas. Sua trajetória reúne academia e mercado. Foi a mulher mais jovem do Brasil a assumir a liderança de uma holding em recuperação judicial no período pré-pandemia, conduzindo uma gestão de crise que recuperou mais de R$15 milhões. Como ghostwriter, escreveu mais de 40 livros para empresários e figuras públicas, desenvolve uma obra para um agente do governo americano e soma mais de 10 mil exemplares vendidos em seus dois livros autorais. No último semestre, esteve em mais de 18 cidades, do Japão ao Oriente Médio, participando de iniciativas da Google, Stanford e do Harvard Innovation Labs, orientando founders de startups na arquitetura narrativa para abertura de rodadas de investimento. O reconhecimento desse trabalho levou seu nome a revistas internacionais dedicadas à liderança, reputação e estratégia. Neste ano, conduz um painel próprio no Rio Innovation Week, reunindo empresários dos setores cafeeiro, da aviação executiva, do mercado jurídico e lideranças multiculturais, todos integrantes da curadoria Efeito Narrativa. Ao analisar essa transformação, Chris Kumakola conclui: "Nos últimos anos, a narrativa deixou de ocupar um espaço periférico, sendo confundida com storytelling, para consolidar-se como um dos ativos estratégicos mais relevantes das organizações contemporâneas. A próxima vantagem competitiva pertencerá às organizações que compreenderem que percepção também é patrimônio."