O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, criticou nesta terça-feira (4) seus adversários por imbróglios envolvendo parentes durante sabatina na zona oeste de São Paulo.
Sem citar nomes, ele criticou políticos que levaram parentes para trabalhar, caso do adversário Ronaldo Caiado (PSD). Como mostrou a Folha, o goiano deixou ao menos dez parentes em cargos comissionados no estado que governou até o fim de março. Zema tem batido nessa tecla contra o adversário, que divide com ele a intenção de compor a terceira via.
O candidato também falou em políticos "chantageados porque têm alguém da família envolvido nisso e naquilo". Os dois principais nomes nas pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), têm imbróglios com familiares.
No caso de Lula, a PF (Polícia Federal) pediu na segunda (3) a abertura de uma terceira frente de investigação contra o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente, para apurar suspeitas de tráfico de influência.
Já o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro, que assumiu o espólio do clã liderado por seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), precisou responder por ligação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.











