Caramelo, fiapo de manga, raposinha. Não importa o nome carinhoso que receba, vira-latas são preferência nacional. Tanto que, anualmente, são lembrados no dia 31 de julho.
Cães e gatos sem raça definida são tidos como espertos e resistentes. No entanto, precisam de atenção e de cuidados como qualquer animal de raça.
Segundo a veterinária Kathia Soares, coordenadora técnica da MSD Saúde Animal, a diversidade genética da miscigenação traz vantagens biológicas, mas os SRDs também podem desenvolver quadros crônicos complexos, como a dermatite atópica. O diagnóstico, porém, muitas vezes é tardio por causa do mito de que vira-lata nunca fica doente.
Caramelo em evento de cães em São Paulo - Lívia Marra - 10.dez.22/Folhapress
"Muitos responsáveis acreditam que o vira-lata coça mais por hábito ou, então, que feridas na pele são apenas consequências de uma pulga casual. Esse atraso em procurar o médico-veterinário faz com que o animal chegue à clínica com quadros de dermatite atópica já avançados, com infecções secundárias na pele e um nível de sofrimento que poderia ter sido evitado."













