Conhecido como o índice da variação de preços de "porta de fábrica", sem impostos e fretes, o IPP acumulou alta de 3,99% no ano, até junho, e alta de 2,51% em 12 meses até junho A variação de preços de “porta de fábrica”, sem impostos e fretes, caiu 0,77% em junho, na leitura do Índice de Preços ao Produtor (IPP), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e anunciado hoje. Em maio, o IPP caiu 0,3% (dado inalterado, sem revisão). Em junho de 2025, o IPP havia caído 1,25%. Com isso, o IPP acumula alta de 3,99% no ano, até junho, e alta de 2,51% em 12 meses até junho. Entre os segmentos, seis das 24 atividades acompanhadas pelo IPP tiveram variações negativas de preços em junho ante o mês imediatamente anterior. Em maio, foram registradas variações negativas em sete das 24 atividades ante abril. O IPP da indústria é formado por dois índices: o da indústria de transformação e o da indústria extrativa. A taxa na indústria de transformação registrou queda de 0,22% em junho ante estabilidade em maio (dado revisado de queda de 0,01%). Já o IPP da indústria extrativa foi de queda de 11,85% em junho, após recuo de 5,90% em maio (dado inalterado, sem revisão). Em junho, as atividades industriais com variações de preços mais intensas no IPP foram observadas em indústrias extrativas (-11,85%); outros produtos químicos (-2,74%); refino de petróleo e biocombustíveis (-2,30%); e móveis (2,08%). No entanto, quando se fala em peso - em pontos percentuais (p.p.) - na formação do indicador de junho, as indústrias extrativas foram as de maior destaque na composição do resultado agregado. Essa atividade foi responsável por -0,56 p.p. de influência na taxa do IPP de junho. Outras atividades que tiveram contribuições relevantes na formação da taxa do mês passado do IPP foram as indústrias de outros produtos químicos (-0,24 p.p.), refino de petróleo e biocombustíveis (-0,23 p.p.) e minerais não metálicos (-0,04 p.p.). — Foto: Agência Vale