Preocupações com o fornecimento também foram reforçadas por novas interrupções no terminal de exportação do Consórcio do Oleoduto do Cáspio (CPC) do Cazaquistão Petróleo sobe e deve registrar maior ganho mensal desde março com riscos geopolíticos — Foto: Reuters/Arquivo Os preços do petróleo operam em alta e caminham para encerrar o mês com alta da ordem de 20%, maior ganho desde março, em meio à escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã nos últimos dias, bem como conflitos no Mar Vermelho entre a Arábia Saudita e o grupo houthis do Iêmen, apesar dos sinais de aumento no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz. Por volta das 7h40, na Intercontinental Exchange (ICE), o petróleo Brent para entrega em outubro subia 1,01% a US$ 87,77 por barril. Já na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para setembro avançava 0,86% a US$ 84,16. “O conflito crescente entre os Estados Unidos e o Irã continua a sustentar um prêmio de risco geopolítico”, diz o MUFG, em nota. Embora o transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz tenha mostrado sinais de melhora, os riscos de segurança permanecem elevados, visto que a Arábia Saudita busca construir uma coalizão internacional para proteger a navegação no Mar Vermelho após os ataques dos houthis contra embarcações comerciais e infraestrutura energética. As preocupações com o fornecimento também foram reforçadas por novas interrupções no terminal de exportação do Consórcio do Oleoduto do Cáspio (CPC) do Cazaquistão, enquanto os estoques de petróleo dos Estados Unidos continuaram a diminuir, pontua o MUGF. “Apesar de uma leve melhora nos riscos imediatos de fornecimento, as contínuas interrupções nas principais rotas de exportação e o aumento das tensões regionais provavelmente manterão os preços do petróleo voláteis, com os mercados monitorando de perto tanto os desdobramentos geopolíticos quanto a resiliência das cadeias globais de suprimento de energia.”
Petróleo sobe e deve registrar maior ganho mensal desde março com riscos geopolíticos
Preocupações com o fornecimento também foram reforçadas por novas interrupções no terminal de exportação do Consórcio do Oleoduto do Cáspio (CPC) do Cazaquistão







