O petróleo encerrou o mês de julho com a maior alta mensal desde março, mês em que iniciou a guerra no Irã.
O contrato de outubro do barril Brent, referência global, encerrou esta sexta-feira (31), com alta diária de 3,22%, cotado a US$ 89,68, acumulando disparada mensal de 22,93%. Em março, a commodity havia avançado 42,68%.
O resultado reverte a queda de quase 20% do mês de junho e reflete as novas preocupações de investidores com os fluxos globais de petróleo após novas escaladas do conflito no Oriente Médio. No mês anterior, o patamar do petróleo chegou a igualar níveis pré-guerra.
O contrato de setembro do WTI (West Texas Intermediate), usado nos Estados Unidos, encerrou esta sexta com alta de 3,84%, a US$ 86,80, acumulando avanço mensal de 20,34%. A alta também é a maior desde março, quando a commodity teve alta mensal de 39%.
O mês de julho foi marcado pelo fim da frágil pausa nas hostilidades entre Washington e Teerã. Também houve a entrada dos houthis, baseados no Iêmen, no conflito, adicionando uma nova camada de risco aos embarques no mar Vermelho.








