O presidente da Argentina, Javier Milei, apresentou nesta quinta-feira (30) o que chamou de "conjunto de reformas estruturais mais importantes dos últimos 91 anos". Trata-se do projeto que tentará alterar a Carta Orgânica do banco central do país —o mesmo que ele sugeriu destruir com um martelo em um vídeo da sua vitoriosa campanha rumo à Casa Rosada, em 2023.
Em um pronunciamento de 14 minutos, o ultraliberal defendeu que o projeto vai, entre outras coisas, "pôr fim à fraude de falsificar dinheiro para financiar a classe política" e "assegurará que a Argentina não possa aprovar nem sustentar um orçamento deficitário".
A mensagem foi gravada na tarde desta quinta e exibida às 20h (horário de Brasília).
Para anunciar um dos projetos mais importantes de seu governo, Milei se cercou de seus maiores aliados: estavam no vídeo Karina Milei (irmã e secretária-geral da Presidência), Diego Santilli (chefe de gabinete), Patricia Bullrich (líder de seu partido, A Liberdade Avança, no Senado), Martín Menem (presidente da Câmara dos Deputados), além de Luis Caputo (ministro de Economia) e Santiago Bausili (presidente do Banco Central).
O vídeo é uma das últimas fases da ofensiva de divulgação do projeto, que deve ser apresentado nos próximos dias.










