A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) procurou retratar a troca dos marqueteiros como uma questão meramente profissional, citando falta de organização e de sintonia com o comando político.
Não haveria, assim, uma guinada direitista radical do candidato com a chegada de Duda Lima, ligado a Valdemar Costa Neto, como alguns especulam.
A promessa é de ajustes, não de rompimento total com o trabalho de Eduardo Fischer e Alexandre Oltramari, que receberam elogios internos. As próximas peças e discursos de Flávio mostrarão se a expectativa se confirma.
Os ex-marqueteiros de Flávio tiveram o reconhecimento sobretudo porque receberam uma campanha em crise, em meio às revelações de diálogos com o banqueiro Daniel Vorcaro, e conseguiram estabilizá-la.
Uma preocupação da dupla foi a de mostrar o candidato mais moderado, e diferente do pai, Jair Bolsonaro (PL).











