0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Flávio Bolsonaro durante live — Foto: Reprodução O anúncio da troca de marqueteiro da campanha de Flávio Bolsonaro aconteceu há pouco, mas a saída de Eduardo Fischer estava sendo tratada há pelo menos duas semanas pelo candidato e pelo PL. Havia um descontentamento de aliados próximos de Flávio com o trabalho de Fischer. Valdemar Costa Neto também era bastante crítico. A avaliação era de que as peças de campanha eram fracas, as respostas aos ataques eram lentos e sem pegada e que, nestes dois meses em que comandou a comunicação da campanha, Fischer não teria conseguido imprimir uma marca forte no Zero Um. A crise mais recente se deu na preparação da convenção nacional do PL, que ocorreu no sábado. Fischer, segundo aliados de Flávio, queria que o cenário fosse todo azul. A ideia era mostrar que o Zero Um integrava a "onda azul" que está elegendo candidatos de direita e extrema-direita na América do Sul. Uma intervenção de pessoas próximas do candidato, mudou o script planejado. E as cores que eram as mais visíveis no evento de sábado eram o verde e o amarelo. Diz um assessor de Flávio: — O verde e o amarelo estão consagrados como as cores da direita. Por que inventar numa hora dessas? Pessoas próximas a Fischer relatam que ele assumiu a campanha "com o avião em queda", ou seja, em plena crise do Dark Horse. E que o publicitário teve que "enfrentar crises diárias" nestes dois meses. Duda Lima, que fez a campanha de Jair Bolsonaro em 2022 e que sempre foi o preferido de Valdemar Costa Neto, foi procurado pela primeira vez para assumir o posto de marqueteiro há duas semanas. Ontem, teve uma conversa definitiva. E o martelo foi batido: Fischer estava fora e Duda dentro. Resume outro aliado de Flávio Bolsonaro, que apoiou a mudança: ​​​​​​​— Esse entende da direita.