A Uefa aprovou boicote nesta quinta, caso Infantino venda ações 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Bellingham, da Inglaterra, e Lacroix, da França, na disputa de terceiro lugar da Copa do Mundo — Foto: Kevin C. Cox/Getty Images/AFP A Fifa supervisiona doze competições de futebol, futsal e futebol de areia, divididas em torneios masculinos e femininos. Seu evento principal é a Copa do Mundo, que possui versões para seleções principais, sub-20 e sub-17. Todas as três em versões masculina e feminina. As competições de clubes incluem o Mundial de Clubes, a Copa Intercontinental e a Liga dos Campeões Feminina. Outras modalidades incluem a Copa do Mundo de Futsal (masculina e feminina) e a Copa do Mundo de Futebol de Areia. A curto prazo, o boicote significa que a Uefa não participará da Copa do Mundo Feminina Sub-20 da Fifa, que será realizada na Polônia de 5 a 27 de setembro. O país anfitrião, juntamente com Inglaterra, França, Itália, Portugal e Espanha, se classificou pela entidade máxima do futebol europeu. Eles também ficarão de fora da Copa do Mundo Feminina Sub-17 da Fifa, que acontecerá no Marrocos de 17 de outubro a 7 de novembro — para a qual França, Alemanha, Noruega, Polônia e Espanha já estão classificadas — e da Copa do Mundo Masculina Sub-17 da Fifa, no Catar, de 19 de novembro a 13 de dezembro — que inclui Bélgica, Croácia, Dinamarca, França, Grécia, Itália, Montenegro, Irlanda, Romênia, Sérvia e Espanha. Além disso, em 2027, eles perderiam a Copa do Mundo Feminina da Fifa no Brasil — para a qual Dinamarca, França, Alemanha e Espanha já estão classificadas — de 24 de junho a 25 de julho. Caso o boicote se alongue, a Uefa poderá perder a competição mais importante organizada pela entidade máxima do futebol mundial: a Copa do Mundo de 2030 no Marrocos, Portugal e Espanha. Portugal x Espanha: veja as melhores fotos da partida 1 de 12 Abertura de Portugal x Espanha — Foto: Kevin C. Cox/Getty Images/AFP 2 de 12 Rodrigo toca a bola na frente do marcador Bruno Fernandes — Foto: Alex Slitz/Getty Images/AFP X de 12 Publicidade 12 fotos 3 de 12 O espanhol Alex Baena ultrapassa os defesas portugueses João Cancelo e Ruben Dias — Foto: Paul ELLIS / AFP 4 de 12 Pau Cubarsi, da Espanha, controla a bola contra Nuno Mendes, de Portugal — Foto: Getty Images via AFP X de 12 Publicidade 5 de 12 Partida vale vaga nas quartas de final — Foto: Thomas COEX / AFP 6 de 12 Nuno Mendes e Marc Cucurella brigam pelo domínio da bola — Foto: Paul ELLIS / AFP X de 12 Publicidade 7 de 12 Pau Cubarsi, da Espanha, perde uma chance de gol — Foto: Getty Images via AFP 8 de 12 Cristiano Ronaldo disputa a bola com Pau Cubarsi e Aymeric Laporte, da Espanha — Foto: Getty Images via AFP X de 12 Publicidade 9 de 12 Bruno Fernandes e Rodri disputam a bola — Foto: Paul ELLIS / AFP 10 de 12 O goleiro Unai Simon, da Espanha, defende uma bola de Cristiano Ronaldo — Foto: Aric Becker / AFP X de 12 Publicidade 11 de 12 Joao Cancelo e Alex Baena disputam a bola — Foto: RONALDO SCHEMIDT / AFP 12 de 12 Pedro Porro e Joao Felix disputam a bola — Foto: RONALDO SCHEMIDT / AFP X de 12 Publicidade Plano de Infantino A Fifa está avaliando a possibilidade de uma profunda reestruturação de seu modelo de negócios para maximizar o potencial comercial de suas competições. A organização recebeu uma proposta para integrar os direitos comerciais da entidade, incluindo transmissões, patrocínios, venda de ingressos e licenciamento, à gestão operacional dos torneios que organiza. Para tanto, está sendo considerada a criação de uma nova estrutura chamada Fifa Forward Enterprise (FFE). No âmbito da proposta Fifa Forward Enterprise (FFE), a organização está avaliando o lançamento do Programa de Financiamento Fifa Forward (FFFP), um mecanismo de adesão voluntária que ofereceria às federações nacionais acesso a financiamento adicional para projetos de desenvolvimento de grande escala. A iniciativa visa fornecer ferramentas para investimentos que normalmente excedem o escopo financeiro de um único ciclo de financiamento, como a construção ou modernização de estádios, centros de treinamento nacionais e outros projetos de infraestrutura de longo prazo. De acordo com a proposta, cada uma das 211 associações membros teria a opção de acessar voluntariamente um capital extraordinário de até US$ 20 milhões. A participação no programa não seria obrigatória, e cada federação poderia decidir livremente se deseja ou não aderir. Como parte da estratégia, a Fifa está considerando incorporar investidores externos por meio de participações minoritárias, sem controle acionário, na Fifa Forward Enterprise. Reclamação da Uefa As federações-membro emitiram um comunicado afirmando que, caso o plano de Infantino seja aprovado, elas não participarão das competições da Fifa. — A Copa do Mundo não pode ser considerada um produto de investimento. É um dos maiores legados esportivos do futebol. Foi construída ao longo de gerações graças ao trabalho de jogadores, seleções nacionais e torcedores de todos os continentes. Nenhuma parte dela jamais deveria ser entregue a investidores privados. A Copa do Mundo não está à venda — declarou o comunicado enfático. Acrescentaram: — É irresponsável e indefensável que uma proposta de tamanha importância para o futebol tenha sido concebida em segredo e levada à beira da aprovação sem uma consulta significativa com os responsáveis ​​pela gestão do esporte. Isso representa não apenas uma profunda falta de liderança, mas também uma abdicação do dever da Fifa como garantidora do futebol mundial.