Declaração ocorreu em um momento em que o Senado dos Estados Unidos pressiona para ampliar as restrições à venda de veículos chineses no segundo maior e mais lucrativo mercado automotivo do mundo O CEO da Ford, Jim Farley, disse a funcionários durante uma reunião geral realizada nesta quinta-feira (30) que a empresa está se preparando para a possibilidade de que montadoras chinesas entrem no mercado americano nos próximos cinco a dez anos, apesar de os Estados Unidos terem erguido diversas barreiras comerciais contra veículos produzidos na China, segundo três pessoas que assistiram ao encontro. Farley tem sido uma das vozes mais enfáticas do setor ao alertar sobre a competitividade de gigantes chinesas de veículos elétricos, como a BYD. A Ford está desenvolvendo uma nova família de veículos elétricos acessíveis, projetados desde o início para alcançar níveis de custo e eficiência comparáveis aos dessas empresas chinesas. O executivo e outros líderes seniores da companhia afirmaram que consideram mais provável que a entrada das montadoras chinesas ocorra na parte final desse intervalo de cinco a dez anos. Os comentários surgem em um momento em que o Senado dos Estados Unidos pressiona para ampliar as restrições à venda de veículos chineses no segundo maior e mais lucrativo mercado automotivo do mundo. Um porta-voz da Ford se recusou a comentar as discussões realizadas durante a reunião privada com os funcionários. CEO da Ford, Jim Farley — Foto: Jeff Kowalsky/Bloomberg
CEO da Ford diz a funcionários que montadoras chinesas podem entrar no mercado dos EUA na próxima década
Declaração ocorreu em um momento em que o Senado dos Estados Unidos pressiona para ampliar as restrições à venda de veículos chineses no segundo maior e mais lucrativo mercado automotivo do mundo










